Todas as Publicações do Distrito

CAMPANHA DE VACINAÇÃO: METAS AINDA NÃO FORAM ATINGIDAS.

Atualmente a poliomielite é ameaça constante e somente pode ser barrada com imunização.  A campanha nacional de vacinação contra a pólio e sarampo encerra dia 31 de agosto e seus resultados revelam que as metas não vêm sendo atingidas. Esse fato gera natural preocupação na saúde pública devido ao recrudescimento de doenças existentes e reaparecimento de outras que pareciam erradicadas. Além disso, há o surgimento de doenças novas que igualmente merecem atenção em termos preventivos.   A vacinação é o meio de enfrentar o problema e isso depende de campanhas sociais, chamamento e efetivas ações. Foram deflagradas campanhas contra poliomielite e sarampo com baixo nível de imunização, o que é preocupante. No final da semana passada ocorreu o chamado dia D de vacinação contra sarampo e poliomielite. O Ministério da Saúde informou que a cobertura ficou em torno de 50% do público-alvo e a mobilização continua até o final do mês (31.08.2018).  Atualmente a poliomielite é ameaça constante e somente pode ser barrada com imunização. De acordo com dados oficiais há risco de retorno da doença e que mais de 300 cidades estão abaixo da meta preconizada para vacinação, o que levará à formação de bolsões de pessoas não vacinadas, possibilitando, assim, a reintrodução do poli vírus e do sarampo.  Os riscos são evidentes. A possibilidade de algumas doenças graves que já haviam sido eliminadas no Brasil voltarem a atingir a população é uma realidade preocupante. Diante da ameaça do retorno do sarampo e da poliomielite, que podem ser prevenidas a partir da vacinação, os dados de cobertura vacinal no País se mostram abaixo da meta. É evidente a importância de manter a vacinação em dia para evitar essas doenças e suas sequelas.

INSTRUÇÃO ROTÁRIA – O Rotary não faz política partidária

INSTRUÇÃO ROTÁRIA – O Rotary não faz política partidária Como todos sabem, estamos às portas de mais uma eleição e como sempre os políticos procuram o aconchego dos Rotary Clubs, pois sabidamente são núcleos de fortes lideranças e formadores de opinião. E como devemos proceder??? O Rotary é contra a política??? Obviamente o Rotary não é contra a política partidária, pois ela faz parte da democracia e seu exercício tem direta consequência em nossas vidas. Considerando que todos os clubes selecionam bem seus sócios, entendo que seria maravilhoso se muitos candidatos fossem rotarianos, pois teríamos mais opções de voto seguro em alguém que certamente representaria os anseios da comunidade, sem envolvimento em situações de corrupção ou desvio de verba. Os rotarianos são íntegros, preparados para a liderança comunitária e dedicam suas vidas ao serviço comunitário voluntário, sem obrigação e sem pagamento. Por esses motivos são naturalmente ótimos candidatos para qualquer representação política. Então o Clube deve apoiar um bom candidato ou um rotariano que se candidate??? Não mesmo, nunca!!! Por mais vontade que tenhamos, por mais apto e íntegro que o candidato possa ser, seja rotariano ou parente, um Rotary Club nunca pode participar de política partidária, mesmo que o clube inteiro o aceite como ideal. Isto para não falar de todos os problemas que podem ocorrer quando houver mais de um candidato ou opinião entre os sócios. Sendo um Clube de Serviço internacionalmente respeitado e ouvido nas mais diversas situações, o Rotary não pode se afiliar, se emparceirar ou mesmo apoiar qualquer partido político ou candidato. Como representantes de um maravilhoso número de pessoas e comunidades no mundo inteiro, contando inclusive com cadeira na ONU – Organização das Nações Unidas, devemos ser imparciais, para podermos sempre apoiar as boas iniciativas dos bons políticos e condenar as más. Mais que isto, devemos sempre manter abertas as portas de todos os órgãos públicos, para o sucesso de todos os projetos e reivindicações. Todos devem ter certeza de que os rotarianos trabalham pelo bem comunitário, sem interesses pessoais ou vinculação política partidária. Então os rotarianos não podem participar??? Novamente a resposta é negativa, pois como já foi dito, seria maravilhoso se tivéssemos um grande número de rotarianos dispostos a participar da vida política de nosso país, seja como candidato ou como cabo eleitoral. O que não podemos é utilizar nossas reuniões, espaços rotários ou mesmo o nome do Rotary para gerar voto ou apoio. Vamos apoiar sempre quem mereça nosso apoio, principalmente se for um companheiro com trabalho social e integridade reconhecida, mas em nossa individualidade de cidadão, assim como em nossas famílias e empresas. Vamos valorizar e apoiar quem merecer, ajudar a comunidade a escolher bem seu candidato e denunciar os maus, mas sem envolver o Rotary de forma alguma. Aos companheiros que se tornarem candidatos, para que não melindrem ninguém ou envolvam o Rotary mesmo que acidentalmente, recomendamos como melhor e mais ética forma de agir o afastamento do clube ao qual pertença durante os meses que estiver em campanha e retornando apenas após a apuração dos votos. Em resumo, vamos exercer plenamente nosso direito de votar e ser votado, de escolher e apoiar o melhor candidato, mas sempre sem envolver nosso clube, nome ou imagem do Rotary. Um grande abraço para todos e sucesso aos líderes rotários em mais esta gestão que inicia.  Fonte: http://www.worldclass.com.br/wp_news/2016/07/17/instrucao-rotaria/ Por Leani Ruppel

XXVII ENCONTRO NACIONAL DA AMIZADE

O Encontro Nacional da Amizade – ENA realizado nos dias 16, 17 e 18 de agosto de 2018, contou com a participação de Delegações de Senhoras de Rotarianos de vários clubes do Brasil. O evento nacional aconteceu na bela e encantadora cidade de Fortaleza/CE Durante os três dias, as participantes tiveram a oportunidade de participar de uma rica programação, para ampliar ainda mais seus conhecimentos. Por Leani Ruppel

Localizar site dos clubes